Trinta Anos de Provocação a Libertinagem

O irmão do meu pai (agora falecido) era casado com uma mulher formidável. Bonita mas bem dominante e o tinha pelas bolas. Viviam numa cidade remota na Índia – Kerala. Era uma sociedade muito patriarcal e as línguas mexiam. Se houvesse alguma ação, estava bem escondida!

Saru, a minha tia, era uma provocadora. Talvez não tivesse muito no departamento de seios, mas tinha ancas suculentas e um rabo fofo e ligeiramente rechonchudo. Viver numa cidade remota frustrava-a. No final dos anos oitenta, estava no final dos trinta. Sempre que visitávamos, adorava flertar connosco. Nunca levámos a sério porque provavelmente não conhecia a arte do flerte gracioso, era descarada, apelidava-me de namorado etc. Sendo tia minha, evitava envolver-me demasiado. Mas as provocações ficavam cada vez mais intensas.

 

Titubeios Adolescentes

Quando tinha dezasseis anos, o meu pai faleceu. Embora o meu tio fosse agora o patriarca, passava muito tempo na plantação. Vivia numa cidade a 400 milhas. Muitas das minhas férias eram passadas com a minha avó que vivia com ele e a família.

Uma vez, estava no banco de trás com ela enquanto o tio conduzia com um idoso ao lado. A mão dela descansava na minha coxa e nunca a tirou. Pus desajeitadamente a mão na coxa dela e ela apertou em reconhecimento. Outra vez, ainda mais descarada, estava deitado num divã a conversar com o resto da família, incluindo o tio, a mãe e a avó. Saru chega, flerta à frente dos tios e deita-se comigo. Depois pressiona as nádegas substanciais contra mim e caramba, eu estava em chamas. Ninguém notou nada exceto o que pensavam ser flerte zombeteiro. O meu tio sorriu e ficou estoico. Aquela cona dela mandava nele e na carteira, por isso não tinha escolha!

Foi um desafio manter uma conversa normal com as nádegas dela apertadas contra a minha virilha. Para piorar, continuava a titilar-me contraindo as nádegas de forma pulsante. Era pura agonia. O tempo estava quente e húmido e eu usava calções finos. Não podia gozar. Depois de um bocado, tive de me virar e manter a virilha firme no divã.

No entanto, avançar sobre ela em casa estava fora de questão – uma era a avó que dorme leve e o outro facto mais moral de ser a mulher do irmão do meu pai. Ah – dilemas.

 

Uma Descoberta!

As casas antigas na Índia têm casas de banho com duas portas – uma para o quarto e uma exterior para limpeza.  Numa férias, o tio e a avó estavam a visitar familiares na cidade vizinha. Voltei cedo de um primo e vi Raju, um trabalhador da plantação de trinta e poucos com corpo musculado sólido, entrar na casa de banho dela. Era pouco antes do chá quando Saru sempre tomava banho após as tarefas domésticas. Parecia interessante. Subi devagar e espreitei pela janela mais alta.

Saru tinha baixado os calções dele e chupava faminta o pau negro de nove polegadas. Faminta significava que o enfiava!  Depois de um bocado, parou, virou-se e levantou o roupão de casa. Vi as nádegas substanciais dela. Ele enfiou o pau nela por trás e fodeu-a com força. Ela gemia e suspirava mas a expressão de prazer no rosto dela era incrível. Ela adorava.

Ele jorrou o sêmen nela, escorria para fora. Vi-a a usar a mão esquerda para apanhar o gotejar, esfregar os dedos e chupar. (tinha feito histerectomia uns anos antes por isso podia ir sem preservativo sem problema).

Ouvi então um carro chegar. Fiz rápido um barulho para avisar de intruso. Agora devia-me uma! Era o tio a voltar. Raju saiu com um sorriso radiante. Viu-me com um sorriso cúmplice e acenou. Mais tarde provoquei a tia esperando que tivesse tido uma tarde relaxante. Sorriu mas sabia que eu sabia. (tinha controlo sobre ele porque ignorava alguns pequenos roubos na herdade)

Deus, depois disso, foi o objeto das minhas punhetas por um tempo. Nada como ver alguém que conheces ser bem fodida e aquelas nádegas!

Nunca a fodi mas punhetei muitas vezes na cabeça com ela!

  

Avançar trinta e mais anos depois.

O meu tio tinha falecido. Vivia a 4000 milhas no UK. Raramente visitava a cidade dela.

Um dia, chamada do nada do primo – Tia Saru passava a caminho dos EUA e queria um fim de semana no UK.

Hmmm, continuava a pensar nela a ser martelada pelo Raju mas por outro lado era muito mais velha e devia ter amansado. Situação difícil. Por outro lado, agora sem o tio, não era mais mulher dele. Mas de novo, mais de sessenta. A minha mente enlouquecia.

Quanto a mim. Estava solteiro e livre, entre relações. Nunca tinha estado com uma madura. No máximo alguém uns anos mais velha.

Dias depois, chegou a Heathrow. Após quase trinta anos, o rosto dela ainda atraente. Pneuzinhos de amor apareceram na barriga. O rabo voluptuoso maior. É um tesão de outra forma. Envelhecera, o peito relativamente pequeno. Comportava-se como tia deve – digna e impondo respeito. Bem, acho que o tempo amadurece as pessoas. Não pensei que algo acontecesse.

Picture of Secret Sex Story

Secret Sex Story

Deixe um comentário