2ª Entrevista

“Trouxe essas referências?”

Pisco os olhos. Essa conversa não podia ficar mais estranha. Parecia mesmo uma entrevista. Estávamos em um escritório. Tentei não ficar ajustando a gravata o tempo todo. E ela revisava papéis organizados em uma pequena pasta de manila. A única pista para a insanidade total da situação era a falta de um currículo. Não, em vez do meu histórico profissional, ela folheava fotos brilhantes 20×25 do meu corpo nu em posições exatas.

“Referências?” repeti.

“Sim, conforme nosso último e-mail-“

Jesus. O papo corporativo não acabava. E aquele e-mail listava mais exigências que a Torá. Mas o dinheiro…

“Sim, tá aqui e eu… uh… enviei o vídeo pelo link.”

“Já revisamos a demonstração. Você se saiu satisfatoriamente.”

Eu fiz a vadia gemer, mas tanto faz. A entrevistadora virou a página lendo a “avaliação” da minha mais recente amiga com benefícios. Ela se divertiu descrevendo meu pau. Disse que eu a virei do avesso. Gostei disso. Não sabia que porra ela queria dizer, mas me deixou orgulhoso.

“Certo.” Ela espiou por cima dos óculos grossos e redondos com estampa de leopardo. Gostosinha curvilínea toda enfaixada naquele terno. Um colar azulzinho fofo espiava debaixo da gola. Pena que não é ela quem contrata. Esquisito resolver esse tipo de acordo num escritório. Idiotas olhando direto pela parede de vidro. Acho que não ouvem.

“Sr. X,” –

Nomes código. Legal.

“Você é nossa primeira escolha. Minha empregadora gostou do entusiasmo do seu vídeo. E o pênis de 7 3/4 polegadas cai direitinho nas preferências dela. Junto com seu adorável anti-autoritarismo.”

Diz aí como você se sente de verdade.

“Mas entenda. Se aceitar esta posição, não há folga. Não há dor de cabeça. Se ela quiser foder, você fode. Ela exige um pau, tira ele. Se quiser a buceta lambida num carro alugado no meio da Times Square, você lambe. Em troca, você recebe 50.000 dólares por mês por um ano. Na qual o contrato pode ser renegociado.”

“Escuta, entendi. Sou um brinquedo de foder. Já fiz antes, mas pelo menos agora sou pago.”

O telefone toca e minha nova parceira levanta um dedo manicure. Sem falar, ela encosta o fone no ouvido. Vejo um leve rubor se espalhar pelas bochechas cor de mocha dela.

“Sim, senhora.”

Desliga. Ela sorri gentilmente para mim antes de apontar uma pequena câmera no canto.

“Faça um bom show, parceiro.”

Sem outra palavra e à vista de todo o andar do escritório, a gerente sai da mesa e se ajoelha na minha frente.

“Tira ele.”

Sem hesitação. Abro o zíper e deixo ele respirar. Já estou um pouco excitado. O grosso filho da puta se curvando como uma ponte levadiça prestes a subir.

“Sem tocar,” murmura ela, arrependimento gravado na expressão. “Mas você precisa gozar na minha cara até eu poder usar seu porra como base. Entendido?”

“Não é complicado,” envolvo as duas mãos no meu pau, uma sobre a outra. Aperto, sabendo que vai fazer o monstro crescente pulsar. Ela está imaginando ser empalada agora.

Hora de dar a ela um gostinho do recheio

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