Acabei de fazer dezoito anos. Julie, uma boa amiga minha, perdeu o pai para o câncer há dois anos. Julie era uma garota gordinha e cheia de espinhas, muito inteligente. Ela era a melhor da turma. Tirou 1600 no SAT (nota perfeita). Ganhou uma bolsa acadêmica para Harvard. Eu mal passava nas matérias e ia para a escola técnica local de HVAC. Julie e eu somos bons amigos desde a terceira série.
Eu tinha 1,88 m com cabelo loiro cacheado. Jogava beisebol e arremesso de dardo. Era acima da média em ambos. Tinha covinhas grandes dos dois lados da boca. Bronzeava fácil e tinha olhos azuis profundos.
Sempre tive uma queda pela mãe da Julie, Sra. Johnson. Ela era uma ruiva alta com peitos grandes e corpo de ampulheta. Suas pernas eram longas e sedosas. Sempre se vestia profissionalmente, com um vestido modesto. Não escondia seus peitos enormes, porém. Ela sempre foi a senhora mais gentil quando eu visitava Julie.
A maioria dos garotos e garotas zoava Julie por ser superinteligente e nada bonita. Eu gostava dela, porém. Ela era engraçada e curtia muitas coisas que eu curtia, como filmes, videogames e esportes. Ela sabia mais estatísticas de beisebol que eu.
Bati na porta da frente da Julie porque tínhamos um encontro fixo de videogame após a aula às quintas. A Sra. Johnson abriu de roupão. “Oh querido, Julie tem uma entrevista com um figurão de Harvard. Ela volta só em mais duas horas. Pode entrar, Mac, e jogar no nosso console. Eu até trago torta e refrigerante,” disse ela.
“Seria ótimo. Posso treinar pra bater a Julie. Obrigado Sra. J,” respondi.
Sentei na sala e joguei uns games e comi minha torta. Bebi refrigerante demais, então precisei mijar. Fui no banheiro e esvaziei meu pau.
Quando saí do banheiro, a Sra. J saiu do quarto dela só de sutiã de renda branca fina, calcinha de renda branca e um corpete rosa. Tapei os olhos e disse: “Oh! Desculpa Sra. J. Não quis te ver assim.” Fiquei vermelho, mas ver suas pernas longas nuas e o topo dos peitos fez meu pau endurecer. Dava pra ver o contorno do meu caralho na calça jeans.
A Sra. Johnson riu: “Tudo bem, Mac, é só lingerie.” Olhou pra baixo e viu o contorno do meu pau na calça. Seus olhos brilharam e ela começou a me provocar. “Parece que você gostou do que viu, pelo volume na calça.” Quanto mais me olhava, mais irregular ficava sua respiração. Ela ofegava. “Eu mostro o meu se você mostrar o seu,” provocou.
A Sra. J puxou a frente do sutiã pra baixo, expondo suas tetas suculentas. Meu pau ficou mais duro. “Sua vez. Me mostra o que tem aí,” disse ela. Fiquei com medo. Não sabia se era brincadeira ou sério. Baixei a calça e a cueca até os joelhos. Meu pau grosso de 20 cm apontava reto pra frente.
“Nossa! Mac, seu pau é lindo,” rosnou ela. Ela me atacou e me encostou na parede. Caiu de joelhos e pegou a cabeça do meu pau na boca. Chupou e lambeu só a ponta. Não vou mentir. Fiquei um pouco assustado. Essa mulher madura chupando meu pau do nada é meio intimidador. Fiquei com três ou quatro garotas, mas só dedo e uma rapidinha.
Nunca tive boquete. Ela olhou pra mim e engoliu todo o meu pau até a garganta. Fazia sons gorgolejantes e saliva escorria dos lábios enquanto balançava a cabeça no meu pau. Gozei na boca dela. Continuei gozando e ela continuou engolindo.