A Sra. Perry tinha dois filhos crescidos que haviam se casado e se mudado para longe. Ela também era avó. Estava divorciada há mais de dez anos e morava sozinha em uma casa no lago. Mantinha-se ocupada trabalhando para organizações de arrecadação de fundos na cidade. Quando você a vê chegando, sabe que ela quer seus serviços ou dinheiro.
Ela é uma linda loira com atributos consideráveis. Quando comparece a galas de caridade, é o centro das atenções com seu vestido de baile decotado. Tem um sorriso brilhante, mas os olhos tristes. Quando não está entre as pessoas, fica muito deprimida. Sente-se vazia e não sabe o que falta em sua vida.
Eu tinha dezoito anos, 1,88 m com cabelo loiro cacheado. Jogava beisebol e arremessava dardo. Era acima da média em ambos. Tinha covinhas grandes em ambos os lados da boca. Bronzeava fácil e tinha olhos azuis profundos. Eu era garçom em uma de suas festas de arrecadação. A festa era para levantar fundos para limpar lixo e entulho ao redor da margem do lago. Vestia camisa branca com gravata borboleta preta. Calças e sapatos pretos. Carregava uma bandeja com bebidas ou canapés. Era uma multidão grande de cerca de sessenta pessoas. Minha boa amiga Julie Johnson também servia.
Julie e eu conversávamos uma hora após o início da festa quando notei a Sra. Perry sair pela porta dos fundos sozinha. Ela parecia chateada, então pedi a Julie para me cobrir e saí pela porta dos fundos.
Sra. P estava no cais do barco chorando. Aproximei-me e dei a ela um guardanapo da minha bandeja. Coloquei a bandeja no corrimão e perguntei se podia ajudá-la.
Ela secou as lágrimas dos olhos e disse: “Você é tão doce. Estou lá com todos os meus amigos, mas ainda me sinto tão sozinha. Não consigo me livrar disso.”
Eu disse: “Todo mundo lá te adora. Você está arrecadando muito dinheiro. Sou só um garoto e conheço todo mundo na área do lago e além, e todos te respeitam e te acham exquisita.”
“Você não é só um garoto. Você é um jovem ganhando dinheiro para a faculdade. Você é alto e forte, tem o mundo inteiro pela frente e eu me sinto vazia,” chorou ela. Estendi a mão para dar outro guardanapo e a mão dela roçou acidentalmente no meu pau que pendia pela perna da calça. A mão dela demorou um segundo no meu pau. “Você acha que eu sou bonita?”
Trancamos os olhares e meu pau endureceu. “Eu te acho muito bonita e sexy,” respondi.
“Sou avó. Como eu poderia ser sexy para você? Você poderia ter qualquer garota do mundo, então não acredito que me ache sexy,” zombou ela.
Puxei a mão dela de volta para o meu pau agora totalmente duro e segurei firme. “Eu meti meu pau em algumas das suas belas vizinhas presentes esta noite, e você é mais sexy que todas juntas,” sussurrei.
“Minhas amigas casadas?” Ela ofegou.
“Casadas e solteiras, todas sentiam falta de algo em suas vidas. Elas me usaram para encontrar o que faltava. Algumas descobriram, outras não. Vamos ver se posso te ajudar, com sua permissão,” respondi.
Os olhos da Sra. P nunca deixaram os meus. Ela apertou meu pau grosso. Ofegou pesadamente: “Você tem minha permissão.” Girei ela e a inclinei sobre o corrimão. Levantei seu vestido sobre a bunda. Baixei sua calcinha bikini até os joelhos. “Oh, Deus!” gemeu ela.
Deixei cair minhas calças e cueca até os tornozelos. A luz da lua e das luzes do cais faziam brilhar a umidade em seus lábios da buceta. Esfreguei meu pau entre seus lábios até acertar a entrada rosada. Ela agarrou o corrimão com força e quase hiperventilava. Empurrei devagar meu pau grosso em sua buceta encharcada.
“Sim! Sim! Sim! Você se sente tão bom dentro de mim,” gritou ela. Agarrei seus quadris e a comi por trás. Ela gritou na noite. Vi Julie na porta, nos observando. Não parei. Ela gozou várias vezes enquanto sua buceta apertada engolia meu pau. Gozei fundo dentro dela com um grunhido.
Saí e ajudei a limpar sua buceta com guardanapos. Ela subiu a calcinha e ajeitou o vestido. Seu rosto brilhava. Me deu um beijo grande e voltou para a festa rebolando. Minhas calças ainda estavam nos tornozelos.
Julie saiu enquanto eu subia as calças. “Que diabos foi isso? Você fodeu a Sra. Perry! Por quê? O que há com você?” Perguntou ela.
“Eu só ajudei uma mulher necessitada. Ela está solitária e, francamente, precisava ser fodida. Você viu como ela estava feliz ao entrar?” Sorri.
“Você ajuda mulheres com seu pau com frequência? Espera! Você fodeu minha mãe, né? Ela anda pulando pela casa com uma mudança de atitude,” perguntou ela.
Olhei para baixo e mexi os pés e respondi: “Houve algumas senhoras no bairro que ajudei. Sua mãe inclusive. Desculpa, aconteceu. Só fodemos cinco ou seis vezes.”
“Não acredito! Seu idiota!” Gritou ela enquanto saía furiosa.
Julie e eu nos evitamos pelo resto da noite. Após limpar e guardar tudo, Sra. P deu a todos um envelope com o pagamento. Sorriu para mim e tocou meu rosto ao me dar o meu. Abri o envelope caminhando para casa. Tinha quinhentos dólares. Eu devia ganhar cem. Havia uma nota também. “Por favor, passe o dia no lago comigo no meu barco pontão no próximo sábado ao meio-dia.”
Senti vergonha por ela ter me pago por sexo. Vou devolver.
Na manhã seguinte era sábado de manhã. Minha mãe joga tênis com a mãe de Julie todo sábado de manhã. Estava dormindo quando minha porta rangeu. Era Julie.
Cobrei-me pois durmo nu. Julie entrou e fechou a porta. “Desculpa por ter ficado tão brava com você. Fico feliz que você goste de ajudar mulheres mais velhas com sexo,” disse ela. Pausou, depois continuou: “Você ajudaria uma mulher jovem? Uma que é sua melhor amiga e virgem. Vi seu pau ontem à noite, e era lindo. Preciso que você tire minha virgindade e me faça sentir mulher.”
Julie tirou a blusa e desabotoou o sutiã. A calça caiu no chão, junto com a calcinha de algodão branca. Julie era uma garota gordinha mas tinha uma figura esplêndida. Parecida com aquela modelo famosa. Julie tinha peitos grandes e suculentos e bunda redonda. Seu matagal castanho estava aparado em triângulo.
Tirei as cobertas e Julie viu de perto meu pau grosso, longo e ereto. Sorrimos um para o outro. Senti-me mais estranho com Julie do que com a mãe dela. Julie disse: “Sou virgem, mas usei pepinos da minha mãe que eram maiores que você na minha vagina. Então não vai ter sangue ou dor. Quero chupar você primeiro.”
Engatinhou entre minhas pernas e beijou meu pau. Eu disse: “Não. Não. Gire e eu vou comer sua buceta enquanto você chupa meu pau.” Ela girou e montou no meu rosto. Cheirava bem. Enfiei a língua direto na entrada molhada dela. O corpo dela tremeu. Ela tinha gosto fresco e doce. A boca dela desceu no meu pau. Engasgou quando bateu no fundo da garganta.
Minha língua lambeu a umidade dela, e meus dedos acharam o clitóris minúsculo. Esfreguei vigorosamente. Ela gemeu enquanto balançava a cabeça no meu pau. Julie teve um orgasmo imediato e imenso e quase me sufocou. Empurrei-a pois não ia gozar já que ela era péssima chupando pau.
Coloquei-a de costas e chupei suas duas tetas gordas. Meu pau achou a entrada pingando dela enquanto ela enrolava as pernas nas minhas. Meu pau penetrou devagar enquanto ela ofegava por ar. O corpo dela tremeu quando eu estava completamente oito polegadas fundo. Meus quadris subiam e desciam enquanto fodida minha melhor amiga. Os olhos dela reviraram e ela cravou as unhas nas minhas costas. Não nos beijamos nada. Eu a fodia forte quando ela gritou. Ela teve múltiplos orgasmos e tremia descontroladamente. Meu pau jorrou corda após corda de porra na buceta molhada dela. Rolei para o lado e ficamos deitados lado a lado, de mãos dadas. Adormecemos.