São Essas Minhas Cucu?

“Uau, que caralho, cara?” Rachel estava na porta do quarto dela, secando o cabelo com uma toalha e incapaz de acreditar no que via. O namorado da colega de quarto estava reclinado na cama dela, calças nos tornozelos, esfregando o pau.

“Er, você se importa?” Norm respondeu sem vergonha, sem parar. “Estou no meio de uma punhetada.”

“Eu me importo?” Ela gaguejou, realmente sem palavras. “São essas minhas calcinhas do caralho?”

“Sim,” ele gemeu, segurando-as no nariz e inalando profundamente. “Elas cheiram ótimo.”

“Que caralho você tá fazendo aqui? Cadê a Laurel?”

“Ela pegou um turno no bar. Me deixou aqui chapado e tarado, então pensei em bater uma.”

“Não tô perguntando por que você tá no apartamento,” ela disse rangendo os dentes. “Você tá sempre caralho aqui. Quero dizer, por que o caralho você tá se punhetando no meu quarto?”

“Óbvio, é onde tá sua roupa suja. Ei, pode parar de xingar tanto? É um baita tesão killer.”

“Pelo amor do caralho, Norm!” Ela jogou a toalha no chão e bateu o pé. “Eu disse pra Laurel que você era um perdedor, mas isso é um novo baixo.”

“Não diria novo,” ele riu, alheio à raiva dela. “Faço isso o tempo todo! Só que normalmente termino antes de você sair do banho.”

“Para de se esfregar na minha frente, caralho !

“Não dá, mano.” Ele cheirou de novo e suspirou. “Desculpa você ter que ver isso, mas tô construindo pra um gozo monstro. Se você sair por uns minutos, termino e saio do seu caminho.”

“Você não tá ‘no meu caminho!’ Tá se punhetando na minha cama do caralho!”

“Não exagera, não tô na sua cama, tô sobre sua cama.”

“Espera, é por isso que todas as minhas calcinhas do caralho somem? Você pegou pra bater punheta?”

“Ah sim, suas calcinhas cheiram incrível. Esse cheiro me deixa tão duro. E quando eu ponho elas no meu pau assim?” Ele suspirou enrolando o tecido de cetim na cabeça e continuando a punhetar. “É incrível, especialmente as de seda.”

“Caralho nojento! E por que as minhas? Você namora a Laurel, usa as dela!”

“Nah, as dela são algodão barato. O elástico irrita. Além disso, não cheiram tão bem quanto as suas.”

“Para de falar caralho como eu cheiro bem!”

“Nossa, aprende a aceitar um elogio.”

“É por isso que você rouba? Guarda elas pra cheirar?”

“Nah, só jogo fora.”

“Você… Você caralho o quê?”

“Depois que eu gozo nas suas calcinhas, jogo fora.” Ele suspirou, trocou de mão e continuou punhetando. “Pensei em botar de volta na sua cesta de roupa suja, mas achei que você notaria o porra, ficaria puta e gritaria comigo, como agora. Pareceu mais fácil pra todo mundo só jogar suas calcinhas no lixo.”

“Ok, primeiro, para de dizer essa palavra do caralho.”

“O quê, calcinhas?”

“Sim,” ela estremeceu. “Odeio isso. E segundo, essas cuecas custam dinheiro!”

“Bah, você pode pagar. Tem aquele trampo foda de publicidade.”

“Sou estagiária meio período!”

“Mesma coisa.” Ele deu de ombros. “Mas beleza, agora que sabe, no futuro posso botar de volta na roupa suja quando acabar.”

“Você tá perdendo o ponto do caralho, Norm!”

“Bem, talvez explique depois? Você tá matando minha ereção.”

“Tô matando sua ereção? Você tá caralho falando sério?”

“Sim. Pode sair e me dar, tipo, quinze minutos, no máximo?”

“Quinze…!” Rachel respirou fundo antes de fazer algo difícil de explicar.

Esse cara do caralho era inacreditável. Sempre ali, comendo toda a comida delas, fumando toda a maconha e coçando o saco no sofá. Ela não entendia o que Laurel via nele. Bom, não. Claramente, o que via era surpreendentemente grosso e atualmente enrolado nas suas hipsters pretas de cetim favoritas.

O que piorava era a corrente subterrânea de excitação cada vez mais difícil de negar sob a raiva. O coração batia forte, ela tava puta da vida, mas parte do sistema límbico dela reagia de forma inadequada à intensidade da situação. Cruzou os braços sobre o tecido fino da camisola, não querendo que ele visse o quão duras as tetas dela ficaram.

Isso era tão idiota. Odiava ele e o fato de que ele realmente parecia não entender por que ela tava brava. Como ele não pegava que o que tava fazendo era uma violação? Queria gritar e jogar coisas nele. Ele olhava pra ela com aquela cara de idiota, como se ela tivesse invadido ele. Pedir pra ela sair? Absurdo! Queria calar a boca dele. Queria tapar a boca dele até ele não respirar, ver os olhos dele arregalarem de alarme.

Queria asfixiá-lo.

Hm.

Ela teve uma ideia.

“Norm, quantas calcinhas minhas você jogou fora nos dois anos que você e Laurel namoram?”

“Nossa, isso não pode esperar? Acho que umas vinte ou vinte e cinco?”

“Vinte e cinco-do-caralho?” O número era chocantemente alto. Significava vinte e cinco vezes que ele invadiu o quarto dela. Vinte e cinco vezes punhetou com as calcinhas dela. Vinte e cinco vezes jogou fora.

“Mais ou menos,” ele deu de ombros.

As bochechas dela queimavam de humilhação. Ela notou, claro, mas aconteceu devagar, então achou que eram as máquinas de lavar baratas do proprietário comendo elas. Uma daquelas coisas, tipo meias que somem.

“Caralho,” ela franziu a testa, calculando, “são tipo quinhentos dólares.”

“Uau, calcinhas são caras!” Ele gargalhou. “Eu pego seis cuecas por vinte!”

“É, não são baratas!” Ela riu sem graça. “Especialmente porque só uma marca cai bem nos meus quadris.”

“Que merda, mano.” Ele claramente perdia o interesse, torcendo pra ela ir embora.

“Sim, é uma merda.” Ela esperou um segundo. “Então, como você vai me pagar?”

“Hã?”

“Vinte e cinco calcinhas. Vinte dólares cada. São quinhentos dólares que você me deve, babaca.”

“Uau, quer dizer, sem exageros…” A mão dele parou no pau. “Quer dizer, foi só uma estimativa, provavelmente menos, e, uh, não tenho muito caixa agora…”

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